Rapidinha

 Se você quer saber mais sobre o Autor, não deixe de conferir a sessão exclusiva com a meta informação do site.
 
powered_by.png, 1 kB

Home arrow Textos arrow Filosofia Diária
Filosofia Diária
Nova mensagem PDF Imprimir E-mail
Por Thomas Lopes   
01 de February de 2009

Para: Você
Data: Hoje
De: DEUS
Assunto: Você
Referência: A vida

Olá, eu sou Deus. Hoje eu estarei cuidando de todos os seus problemas para você. Eu não precisarei da sua ajuda. Assim sendo, tenha um ótimo dia.

Amo você.

P.S.: E lembre-se...

Se a vida te trazer uma situação que você não consegue lidar, não tente resolvê-la por você mesmo(a)! Gentilmente, coloque na caixa APDF (Algo Para Deus fazer). Eu pegarei e colocarei dentro do MEU TEMPO. Todas as situações serão resolvidas, mas em MEU TEMPO, não no seu. Assim que esta situação for colocada nesta caixa, não se preocupe mais com ela. Em vez disso, foque em todas as coisas maravilhosas que estão presentes hoje em sua vida.

Você pode ajudar alguém hoje! Não posso interferir em algo que dei de presente à humaninade.. algo chamado LIVRE ARBÍTRIO, mas ficaria realmente muito feliz se pudesse passar esta mensagem para aquele amigo que possa estar precisando ouví-la. Você não faz idéia de como esta mensagem pode tocar vidas!

Agora vou indo. Novamente, tenha um ótimo dia!

--
DEUS
Deus têm visto suas lutas.
Deus diz: elas estão chegando ao fim!
Uma benção está vindo em sua direção.

 

 
Investindo na Carreira PDF Imprimir E-mail
Por Thomas Lopes   
30 de January de 2009

Rails logo O ano acabou... a faculdade [quase] também. Mas não é hora de parar, e descansar, e sim investir na carreira. Crise chegando, cortes ameaçando... oportundiades surgindo. Mas o motivo dessa conversa toda é falar também do curso de verão que completei hoje, "Ruby on rails ", ministrado pelo Klaus Paiva , grande mestre do Ruby ,lá no Centro Universitário Senac. Você que curte desenvolvimento web, e quer aprender a fazer as coisas  de forma mais ágil, deve procurar um curso igual.

Como diz a página principal do Framework, "Ruby on Rails é um avanço em reduzir as barreiras de entrada para a programação. Aplicativos da web poderosa que anteriormente possam ter tomadas semanas ou meses para desenvolver pode ser produzidos numa questão de dias.", foi exatamente a impressão que tive ao começar o curso, e a convicção que tenho agora que terminei. Isso veio muito a calhar, principalment agora que me decidi a seguir na área de Desenvolvimento Web.

Bom, e se você se interessou, aqui segue um roteiro de como começar: Ambiente Rails no Ubuntu

Outra dica: você que não tem habilidade no Linux, ou que, como acontece com muitas pessoas, não pode instalar nada na máquina do serviço, pode tentar uma versão portable do ambiente: Ruby on Rails portable, PortableApps.com (meio antigo, mas pode servir de base para montar seu próprio ambiente portable. Falando nisso, estou devendo postar aqui como montei meu ambiente Python Portable (Python com diversas libs, Django, Apache , MySQLpara trabalhar no TCC, rodando direto no Windows).

Última Atualização ( 30 de January de 2009 )
 
O Brasil Sorri chorando PDF Imprimir E-mail
Por Thomas Lopes   
20 de July de 2007

Hoje o Brasil ganhou Ouro, Prata, e Bronze. Desde dois dias atrás, ganhou carbono, fogo e lágrimas.

Incrívelmente, parece que o país nunca consegue estar 100%, principalmente perante a mídia. Também perante a realidade. Quando começa a melhorar seu desempenho nos esportes (convenhamos, o Brasil está melhor do que nunca nos esportes), acontecem fatos que acabam por "diminuir o brilho" do nosso querído pais.

Basta Zappear a TV, e vemos o cenário brasileiro: Uma hora se fala de PAN, outrora se fala de TAM. São duas palavras que só rimam na pronúncia, pois nesse momento da história produzem efeitos contrários, apesar de semelhantes. PAN leva as pessoas a apreensão, à torcida, ao entusiamos de ver o país conseguindo se dar bem, mostrando ser "raçudo" e bom numas poucas coisas em que realmente pode ser bom. Já a outra palavra, leva também a apreensão, mas vem também o medo da lista de nomes, pânico ao rever as imagens do acidente em Congonhas, temor em quem gostaria de viajar, e deixa bambas as pernas de quem "precisa" viajar de qualquer forma.

Começam os jogos panamericanos, o Brasil deixa os deputados descansarem, cuidarem de seus animais de estimação, empoeira-se a papelada das CPI's, perdoa-se qualquer crime... Seria esse o motivo pelos quais os jogos olímpicos foram criados? "Panis et Circensis, esse eu já conheço de longa data", diria o filósofo Sócrates se estivesse aqui torcendo pelo ouro brasileiro no vôlei feminino. Será que foi porque ele não estava aqui torcendo que o Brasil perdeu novamente o Ouro para Cuba? Será que Sócrates vai voltar e dizer: "Parabéns Brasil!" ? Muito improvável, impossível e muitos outros 'ins' que você puder coletar aí no seu buscador predileto.

Assim, vemos um Brasil Sorrindo, mas um sorriso que sangra muitas lágrimas, das quais não podemos diferenciar se de alegrias ou de tristezas.

 
Perseverar a vida PDF Imprimir E-mail
Por Thomas Lopes   
16 de November de 2006
(Ou como um jogo de Pinball pode mudar sua perspectiva de vida)

Incrível como Deus age de forma misteriosas (Sem nem mesmo parecer que Ele colocou seu dedo no acaso dos acontecimentos). Estava eu a jogar meu game de celular favorito, o Club Pinball, que acompanha o Nokia 6235, e fazendo sempre os meus oitenta ~ cem mil pontos. Fiquei pensando: “O que será o fim do game de Pinball? Teria ele um limite, um máximo de ganhos?”, e essa reflexão me trouxe uma realidade à tona: Eu nunca conseguia aumentar consideravelmente meu recorde. Fiquei pensando um tempo sobre isso.

Foi aí que percebi o porque de meu baixo desempenho: Jogava como um desesperado. Sem direção, sem meta. Sem objetivo. Sem uma necessidade de se alcançar algo, para somente quando lá chegar, relaxar e curtir a paisagem como ela realmente deve ser contemplada.

A partir desse momento epifânico, resolvi estabelecer uma meta: Sempre que jogasse, dobraria meu último recorde. Só faltava agora traçar um plano para se obter tal resultado. Decidi estudar as ferramentas (na mesa do jogo) disponíveis. Após um tempo, percebi o funcionamento de cada uma, e também o funcionamento de todas (ou boa parte delas) em conjunto. Com esse conhecimento, eu pude traçar uma estratégia, que seria o começo de meu plano de jogo.

Depois de analisar mentalmente várias estratégias, decidi começar a por os planos em prática. Mas não foi fácil. No começo, era difícil controlar 100% as ferramentas a ponto de obter os resultados desejados, e por muitas vezes eu nem consegui o pouco que conseguia antes. Mas a cada perda, aprendia mais, conhecendo as brechas do sistema. Assim, sabia onde apostar, e onde não. Onde era perigoso, e onde ganhava mais. Com meus erros, ia aprendendo a me dar bem no game, ia me tornando experiente, e meu desempenho ficava cada vez melhor. Não desisti quando cai algumas vezes, e a cada tombo eu descobri uma nova forma de ascender novamente.

Perseverando em meus objetivos, e com as metas bem traçadas, consegui superar meu primeiro recorde. Logo após, na próxima jogada, bati meu recorde novamente. Em seguida, não consegui nem 10% do meu recorde. Tudo bem, uma queda tomada, mas uma nova forma aprendida para lidar com os problemas imprevistos.

E assim, agora estou eu com um recorde dez vezes maior do que aqueles que eu ostentava antes de planejar minhas decisões. E olha que o maior recorde foi numa partida onde comecei mal, e já não botava mais fé nela, mas mesmo assim, não desisti e fui até o fim. E dessa forma, um simples jogo de Pinball me mostrou que na vida devemos ter momentos de reflexão antes da ação, de planejamento, de definição das metas, pois sem elas, nunca haverá uma linha de chegada. Sempre tenha um sonho, mesmo que às vezes ele pareça bobo ou sem sentido. Os sonhos sempre chegam numa linda manhã de Sol.

 
Quando percebemos as coisas boas PDF Imprimir E-mail
Por Thomas Lopes   
30 de October de 2006
Não digo isso porque perdi alguém em minha vida, recentemente só tenho somado as amizades à minha volta. Digo isso porque roubaram meu cofre, o meu “porquinho” que havia ganhado de minha namorada. Me chame de ambicioso, ganancioso, ou materialista. Somente eu sei o quanto ele valia para mim, independente das notas de Dez e Cinco reais que eu sempre depositava nele, toda semana. Teve ainda mais quando notei sua ausência em minha ensebada estante (não só pelos livros antigos e pergaminhados presentes, mas pelo óleo de peroba excessivo aplicado pela empregada que mal sabe o valor dos escritos), quando fui depositar uma moeda de vinte e cinco centavos. Simplesmente não estava ali, não estava em nenhum outro lugar onde um simples porquinho poderia estar.

O fato me deixou um pouco cabisbaixo por bom tempo. Mas agora fez-me perceber uma característica da humanidade: Só perceber as coisas no momento de sua morte, ou na sua falta. Fiquei pensando um bom tempo, tentando achar uma explicação para esse fato. A conclusão que cheguei? Puro apego. Não precisamos de nada que pensamos que perdemos, apenas nos apegamos a tais idéias, ou ao bem-estar que elas virtualmente nos proporcionam. Quando se vão, é o começo de nossa liberdade, mesmo que não demo-nos conta.

Quase ninguém percebe as flores plantadas no canteiro da rotatória, a não ser que elas sejam cortadas.

Por isso que a idéia do porquinho não estar mais ao meu lado quando for dormir já não me deixa tão atordoado, pois sei que na verdade me livrei de algo que não me era essencial. Se o fosse, não estaria a escrever esse texto agora.

Para quem seqüestrou o porquinho, desejo um ótimo fim-de-semana proporcionado pelo valor material que continha dentro (de preferência com algo não-fútil, tipo alimento ou cultura). Não vai ter mais do que isso com o que havia lá. Mas o valor sentimental somente eu pude experimentar, e esse ninguém me rouba mais. Quando acabarem-se as moedas, essa pessoa vai entender completamente o titulo desse texto.
Última Atualização ( 15 de November de 2006 )
 
© 2012 THLopes.com
Joomla! is Free Software released under the GNU/GPL License.